O Futebol no Cinema

Matéria de Cinema – Texto publicado originalmente em A ARCA, em 06/06/2006.

Nerd que é nerd odeia futebol. Aliás, nerd que é nerd odeia todo e qualquer espécie de esporte. Utopia? Claro que sim. Quem é nerd de verdade sabe que esta declaração é no mínimo pejorativa – o Fanboy que o diga, já que todos sabem que nosso simpático amigo-e-adorador-de-Disney, embora não espalhe a ninguém, é campeão inter-estadual de bocha (!). Enfim, tudo mundo adora padronizar os exímios nerds nos manjadíssimos estereótipos de “garotos frágeis, branquelos, raquíticos e cheios de espinhas que passam 752 horas por dia (?) na frente do computador”. Na-não. Existem casos e casos: eu mesmo não sou lá muuuito fã de futebol – tanto que nem tenho um time do coração -, ainda que não dispense uma peladinha na praia com os amigos e defenda que assistir a uma partida em um estádio mega-lotado é nada menos que alucinante. :-D

E vamos concordar: em época de Copa do Mundo, todo e qualquer ser humano da face da Terra, gostando ou não do esporte patenteado pelo senhor Charles Müeller, fica contagiado, não é?

Humm… não. Posso dizer tranqüilamente que a última coisa que faço na vida é me render ao hype da Copa do Mundo. Sério mesmo, não tenho o menor saco pra acompanhar os jogos e me contento sem crises em apenas saber o resultado final. O Brasil será mesmo Hexa-campeão? Sei lá, como é que eu vou saber? Então, se você é como eu e procura milhões de motivos para fugir da Alemanha e de qualquer emissora de TV nesta Copa do Mundo… que tal um cineminha? Como já é tradição n’A ARCA, a gente te ajuda com uma listinha maneira de fitas bacanudas! O tema? Sim, sim… futebol! Filmes legais, divertidos e praticamente ignorados pelo grande público em suas passagens pelos cinemas – isto, claro, no caso daqueles que passaram.

Logo, vista a Camisa, pendure a flâmula, empunhe a bandeira, escolha o título de sua preferência e boa Copa pra ti! A não ser, claro, que você prefira passar seu dia de 752 horas na frente do computador… ;-)

• OS 11 CONVOCADOS!

Camisa 01.
GARRINCHA, ALEGRIA DO POVO (1962)

Favor não confundir com a péssima recente cinebiografia (da qual falaremos mais tarde): dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, este documentário que narra a ascensão e a carreira do maior jogador de futebol da história nacional do esporte ganhou importância histórica à medida que o tempo passou e Manoel Francisco dos Santos, vulgo Mané Garrincha, envelheceu e morreu no esquecimento (o que aconteceu em 1983) – além de ostentar o título de primeiro documentário brasileiro sobre um esportista. A fita acompanha a trajetória de Garrincha, conhecido por suas célebres pernas tortas e seus dribles espetaculares, intercalando trechos de cinejornais e cenas reais de sua atuação nas Copas de 1958 e 1962. e retratando pela primeira vez o futebol como ele é: um enorme fenômeno social. Obrigatório para qualquer fã de futebol – e para qualquer fã de cinema. Na escalação do time de filmes d’A ARCA, sem dúvidas é o capitão. ;-)

Camisa 02.
FEBRE DE BOLA (Fever Pitch, 1997)

Este divertidíssimo longa inglês fala sobre futebol, mas foca seu enredo em um ponto de vista não muito habitual no cinema: o do torcedor fanático. Primeiro filme adaptado de uma obra de Nick Hornby (o mesmo autor de Alta Fidelidade e Um Grande Garoto) e com roteiro escrito pelo próprio, a fita dirigida por David Evans narra o martírio de Paul Ashworth (Colin Firth), professor de inglês e simplesmente obcecado pelo Arsenal da Inglaterra, que apaixona-se por Sarah Hughes (Ruth Gemmell) ao mesmo tempo que o Arsenal participa de um campeonato que representa uma grande chance de torná-lo campeão novamente depois de 18 anos na berlinda. O problema é que Sarah e o esporte são meio… incompatíveis. E agora? Curiosidade: Febre de Bola foi refilmado em 2005 nos EUA, com o título Amor em Jogo, onde fizeram a “gentileza” de trocar o futebol pelo baseball e Colin Firth por Jimmy Fallon… ugh!

Camisa 03.
BOLEIROS – ERA UMA VEZ O FUTEBOL (1998)

Indispensável para quem curte cinema nacional, este trabalho comandado pelo ótimo cineasta brazuca Ugo Giorgetti (de Festa e Sábado, dois grandes filmes) traz o esporte preferido do brasileiro como pano de fundo para construir o seu instigante mosaico de personagens bizarros em diversas subtramas a la Short Cuts – Cenas da Vida. Assim, acompanhamos um grupo de amigos e ex-jogadores, ex-juízes e ex-técnicos, interpretados por tipos como Otávio Augusto, Rogério Cardoso, Lima Duarte e Flávio Migliaccio, que reúnem-se num botequinho de São Paulo religiosamente para discutir as histórias de seus passados e relembrar a glória dos dias de ouro. Ganhou uma seqüência recentemente, Boleiros 2: Vencedores e Vencidos, que não chega aos pés de seu antecessor.

Camisa 04.
COM A BOLA TODA (Mad About Mambo, 2000)

Não, não estamos falando daquele filme sobre queimada: trata-se de uma comédia bem gostosinha, co-produzida entre a Inglaterra e a Irlanda e que tem tudo para agradar aos casaizinhos – e de quebra, traz um enredo curioso: Danny Mitchell (William Ash) estuda num colégio católico e pretende tornar-se um grande atacante. Mas antes que entre para o time de futebol da escola, Danny resolve matricular-se num curso de samba (?) para aperfeiçoar um pequeno detalhe em seu desempenho: o “gingado” (?). O causo é que o rapaz, fã dos jogadores brasileiros, sabe que este é o diferencial que torna nossa equipe a melhor do mundo. O problema é que Danny cai de amores por uma dançarina, a bela Lucy (Keri Russell, a nossa amiga Felicity), e é aí que seus problemas começam. Com a Bola Toda não é o tipo de filme que fará alguma diferença nas nossas vidas, mas rende uma ótima sessão-pipoca. :-)

Camisa 05.
KUNG-FU FUTEBOL CLUBE (Siu Lam Juk Kau/Shaolin Soccer, 2001)

Esqueça a horrorosa tradução do título em português: Shaolin Soccer é nada menos que uma das fitas mais engraçadas dos últimos anos! Misturando humor nonsense com uma dose de efeitos visuais bacanésimos, o longa de Stephen Chow (o mesmo que mais tarde comandaria o hilário Kung-Fu Hustle) bateu esportes, melodrama e artes marciais no liquidificador e tornou-se o maior sucesso de bilheteria de Hong Kong em seu próprio país, arrecadando por lá cerca de US$ 8 milhões de dólares. Na história, Sing (vivido pelo próprio Chow) é “adotado” por um time de futebol formado por… mestres do kung-fu (?) para usufruir de seu poderosíssimo chute num campeonato de futebol que dará um generoso prêmio em dinheiro ao vencedor. Não assistiu ainda? Herege! :-D

Camisa 06.
PENALIDADE MÁXIMA (Mean Machine, 2001)
O grande atrativo desta comédia dramática inglesa, refilmagem do bacana longa gringo Golpe Baixo, de 1974, é a presença do grande Vinnie Jones (o Fanático mutante, sabe?) como o astro de futebol britânico Danny ‘Mean Machine’ Meehan, acostumado à fazer bom uso de sua fama e fortuna. O caso é que Meehan caiu em desgraça ao ser expulso de seu time, acusado de ter manipulado o resultado de um jogo; embriagado, agride um policial e é condenado a três anos de prisão. Insultado pelos presos e mal-visto pelos guardas, Meehan aprende a se levantar com a ajuda do governador (David Hemmings), que o incentiva a treinar o time da cadeia para um campeonato interno. Penalidade Máxima tem lá seus clichêzinhos, mas num saldo geral, é bem cativante. E tem o Vinnie Jones atuando com o Jason Statham, pô! Curiosidade: Golpe Baixo ganhou em 2005 mais um remake ianque estrelado por Adam Sandler e Chris Rock.

Camisa 07.
DRIBLANDO O DESTINO (Bend It Like Beckham, 2002)

É um filme de futebol… para meninas. Com uma impressionante divulgação boca-a-boca, Driblando o Destino, rodado na Inglaterra pelo keniano Gurinder Chadha, conquistou uma série de fãs e fez relativo sucesso em nossos cinemas ao tratar da velha questão tradição vs. sonho. Assim, conhecemos a jovem indiana radicada na Grã-Bretanha, Jesminder Bhamra (Parminder K. Nagra). Fã número um de David Beckham, deseja tornar-se uma grande jogadora profissional e descobre em si um gigantesco talento para o esporte, mas esbarra na intolerância de seu tradicionalésimo clã, que quer ver sua caçula casar e constituir família conforme o costume da Índia. A seu favor, a garota tem o apoio de sua melhor amiga (Keira Knightley) e a paixonite que alimenta pelo técnico do time feminino local (Jonathan Rhys-Meyers). Vale a pena.

Camisa 08.
O MILAGRE DE BERNA (Das Wunder Von Bern, 2003)

E o futebol também tem seus exemplares cult! O drama de guerra O Milagre de Berna, dirigido por Sönke Wortmann, reconta um evento marcante para a história da Alemanha pós-2.ª Guerra Mundial. Um deles é o episódio que ficou conhecido mundialmente como “o Milagre de Berna”: a histórica vitória da Seleção Alemã contra a Hungria na Copa do Mundo de 1954, evento que presenteou o país devastado pela guerra com seu primeiro título mundial e representou, ao lado da queda do Muro de Berlim, um sopro de esperança ao povo alemão. A história serve de pano de fundo para uma família que presencia o retorno de seu patriarca, veterano de guerra, depois da distância de 13 anos, e sua difícil adaptação. É um longa pequeno, que não está à altura da importância de seu foco, mas ainda assim rende um bom trabalho.

Camisa 09.
FELIZ NATAL (Joyeux Nöel, 2005)

Este drama, dirigido com sensibilidade e uma leve dose de sacarina pelo francês Christian Carion, certamente é o título mais comovente desta seleção. Cultuado ao redor do mundo, esta co-produção entre França, Inglaterra, Alemanha e Romênia – indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro nesta última edição do evento – narra uma história real que, por si só, já é deveras fascinante e regozijante: durante a 1.ª Guerra Mundial, em 1914, o dia de Natal faz com que soldados franceses, alemães e escoceses, inimigos lutando entre si, decidam estabelecer um cessar-fogo, abandonar suas trincheiras, guardar seus rifles, enterrar seus mortos e passar um dia inteiro unidos em clima de paz e confraternização. E o que isso tem a ver com a Copa do Mundo? Bem, um dos eventos que unem e trazem a paz entre os inimigos é uma animada e sofrida peladinha em plena trincheira. Tente não lacrimejar, se você for capaz!

Camisa 10.
GOL! (Goal: The Dream Begins, 2005)

Já este é o longa mais fraco desta seleção – o que não tira seus méritos de forma alguma. Produzido pelos estúdios Disney e comandado pelo fraco Danny Cannon (Juiz Dredd diz algo a você?), Gol!, que traz um aval oficial da Fifa, fala sobre o jovem Santiago Munez (Kuno Becker), cidadão norte-americano que não é lá muito bem de vida e alimenta o sonho praticamente impossível de, um dia, tornar-se um grande jogador de futebol profissional. Talento ele tem de sobra; o que lhe falta é a oportunidade (leia-se financeira) de investir neste sonho. Até que, por uma série de eventos fantásticos, Santiago se vê… contratado pelo Manchester United da Inglaterra para atuar na primeiríssima divisão! Primeira parte de uma trilogia sobre a fictícia carreira de Santiago Munez – as outras duas partes estão em fase de filmagens e programadas para chegar às telas em 2007 -, Gol! usa e abusa de clichês para emocionar o público, mas resulta num belo drama esportivo, ainda que esquecível.

Camisa 11.
HOOLIGANS (Green Street Hooligans, 2005)

A camisa 11 da nossa seleção de filmes não poderia ser menos importante. Filmaço com “F” maiúsculo e em negrito, Hooligans gerou polêmica e ganhou elogios rasgados da imprensa e do público lá fora – o que não impediu a fantástica película de Lexi Alexander de ser vergonhosamente despejada direto nas prateleiras das videolocadoras aqui no Brasil. O tema é espinhudo: Matt Buckner (Elijah Wood) é expulso injustamente de Harvard por conta de uma falsa acusação de porte de drogas e, precisando espairecer, viaja a Londres para passar uns dias na casa de sua irmã (Claire Forlani). Lá, ele conhece e faz amizade com o cunhado dela, Pete (o ótimo Charlie Hunnam), que rapidamente integra o ianque ao universo dos Hooligans, as violentas e ultra-sanguinárias torcidas organizadas. Hum, será que encontramos a razão? Enfim, Hooligans é cruel, sujo e visceral. Ou seja: obrigatório! Hehehe.

• NA RESERVA

O MEDO DO GOLEIRO DIANTE DO PÊNALTI (Die Angst des Tormanns beim Elfmeter, 1972)
Bizarro trabalho comandado por Wim Wenders antes de conquistar fama com trabalhos como O Estado das Coisas, O Amigo Americano e Asas do Desejo. É um de seus trabalhos mais fraco – e vamos concordar, quem conhece a filmografia de Wenders sabe que ele tem mais erros do que acertos -, mas não deixa de ser curioso pelo tom macabro de sua história: Joseph Bloch (Arthur Brauss) é um goleiro que perde um pênalti e é substituído durante um jogo. Desorientado, transforma em pesadelo seu encontro com uma funcionária de um cinema ao assassiná-la sem motivo aparente. Recomendado apenas para os fãs fervorosos do diretor, mas estes não terão do que reclamar.

TODOS OS CORAÇÕES DO MUNDO (1995)
Dirigido pelo conceituado cineasta brasileiro Murilo Salles (Como Nascem os Anjos), este belíssimo documentário foi feito por encomenda da Fifa. Escrito por George Vecsey (colunista do New York Times), com trilha sonora original de Lalo Schifrin e narração de Liev Schreiber (atualmente nas telas como o principal nome de A Profecia), é praticamente um resumão da Copa do Mundo de 1994, com sua câmera voltada aos dois times finalistas, Brasil e Itália. Seu diferencial com relação a outros filmes da Fifa é a forma com que Salles constrói seu doc, ressaltando sobretudo a empolgação e a adrenalina que envolve os torcedores rumo ao resultado final. É um fabuloso espetáculo visual – e se visto na tela grande, fica melhor ainda. Por outro lado, pode ser bastante maçante para quem não é fã de futebol.

A COPA (Phörpa, 1999)
Divertida comédia dramática produzida no Butão, A Copa, dirigido por Khyentse Norbu, tem sua importância ao desmistificar vários tabus com relação ao budismo. No enredo do longa, o jovem monge tibetano Orgyen (Jamyang Lodro), apaixonadíssimo por futebol, faz das tripas coração para, junto com um amigo, burlar as normas do monastério ao qual está confinado, para poder acompanhar os jogos das principais seleções da Copa do Mundo de 1998. Bem bacaninha, mas tendencioso ao “estilo Irã” de contar histórias; ou seja, em certos momentos torna-se arrastado e pode ser extremamente cruel para aqueles que não curtem este tipo de cinema.

• BATEU NA TRAVE, FOI PRA FORA, FEZ FALTA, CARTÃO VERMELHO!

FUGA PARA A VITÓRIA (Victory, 1981)
Chatíssimo drama de prisão dirigido pelo mestre John Huston, que conta a história de um grupo de prisioneiros de guerra que disputam um amistoso contra o time de oficiais nazistas alemães e, assim, planejam uma bizarra fuga durante a partida. Estrelado por Max Von Sydow, Michael Caine, Sylvester Stallone (?) e Pelé (???).

UMA AVENTURA DO ZICO (1998)
Medonha tentativa de emplacar o ex-jogador Zico como ícone infantil (!). Na pseudo-história desta coisa, um pivetinho rico, raivoso por não ter sido selecionado para atuar na escolinha de futebol do craque, cria uma série de confusões ao construir um clone do jogador. Só podia ser filme do mesmo Antônio Carlos da Fontoura que “cometeu” aquilo que atende pelo nome de Gatão de Meia Idade. Afe…

GARRINCHA: ESTRELA SOLITÁRIA (2003)
Cinebiografia que romanceia a vida de Mané Garrincha (vivido aqui por André Gonçalves), sua carreira e seu turbulento envolvimento amoroso com a cantora Elza Soares (Taís Araújo). Embora traga nomes respeitosos em seu elenco, como Marília Pêra, Chico Diaz e o Rei dos Cafajestes Jece Valadão, resulta fraco e indigno da memória do brilhante jogador.

O CASAMENTO DE ROMEU E JULIETA (2004)
Ugh! Preciso mesmo falar DISSO? Você, caro leitor, não poderia me poupar das gélidas e pavorosas lembranças deste troço e clicar neste link aqui para descobrir a razão do meu asco por si só? Obrigado pela compreensão.

PELÉ ETERNO (2004)
Instrumento de apologia e bajulação em forma de filme, este documentário serve apenas para apologizar a imagem do tido Rei do Futebol (título que prefiro passar para o Garrincha, na boa). A fita dirigida-via-correspondência por Aníbal Massaini e produzida pelo próprio ex-jogador, faz questão de lembrar o espectador a cada segundo que ele é o “melhor”. Não dá pra saber quem é mais egocêntrico, a figura ou o filme. Pra piorar ainda mais, é péssimo como cinema.

• CURTINHAS PARA VER ENTRE O PRIMEIRO E O SEGUNDO TEMPO

Barbosa (1988), de Jorge Furtado • Rapaz viaja no tempo e volta a 16 de julho de 1950 para tentar evitar a falha do goleiro Barbosa, que tirou a Copa do Mundo do Brasil em plena inauguração do estádio do Maracanã.

Cartão Vermelho (1994), de Laís Bodansky • Engraçadíssimo curta sobre uma menina que adora jogar futebol com os meninos, apenas para ter o prazer de mirar a bola direto em suas “partes baixas” (!). Mal sabe a garota que seus atos gerarão uma impiedosa “vingança” dos garotos…

Uma História de Futebol (1998), de Paulo Machline Indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em 2001, narra as lembranças de um senhor que, na infância, disputava partidas de futebol com vários garotos em Bauru – entre eles, o pequeno Pelé.

O FUTEBOL NO CINEMA
Matéria publicada originalmente em A ARCA, em 06/06/2006
Complemento do especial para as comemorações da Copa do Mundo 2006.

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